terça-feira, 18 de janeiro de 2011

O Carvalho Português ou Cerquinho


Nome vulgar: Carvalho-português / Carvalho-cerquinho

Nome científico: Quercus faginea

Área de Distribuição:

Natural no sudeste de França, Península Ibérica, Marrocos e Argélia. Em Portugal destribui-se com maior frequência a Sul do Tejo.

A subsp. alpestris ocorre apenas no Barrocal Algarvio. A subsp. faginea ocorre nos sobreirais transmontanos e altibeirenses (e.g. alguns mortórios no Douro) ou, bem mais raramente, na mesma região, como dominante em bosques secundários sobre rochas básicas. Não é certo que forme bosques estremes, pois encontra-se normalmente associada ao sobreiro. A subsp. broteroi ocorre no oeste do país.



Características:

Espécie autóctone, o Carvalho Português é uma árvore de folha caduca ainda que esta queda seja tardia sendo, por isso, denominada árvore de folha marcescente, com um porte médiode 20 m de altura. A sua copa é ampla, arredondada ou ovada, com ramificações e folhagem abundantes e densas. O tronco geralmente direito, pode ser tortuoso.

Encontramos frequentemente no nosso País, indivíduos com um porte arbustivo em solos muito degradados.

As folhas são alternas, marcescentes, coriáceas, com as margens dentadas ou lobuladas, de um verde lustroso e denominadas semi-caducas por se manterem muito tempo na árvore após terem murchado bem como por se conservarem verdes durante o Inverno nos indivíduos mais jovens. O pecíolo é tomentoso e pode ultrapassar os 4 mm. A margem das folhas tem recortes dentados ou ovulados, pouco acentuados. O seu comprimento longitudinal é variável, podendo ir dos 2 aos 11 cm. Têm pêlos acinzentados que acabam por desaparecer, tornando-se verdes e lustrosas. A página inferior é de cor acinzentada e mantém uma pelagem estrelada e simples mesmo nas árvores adultas. O número de nervuras pode ir das 6 às 12.

É usada, principalmente, para produção dos seus frutos, que servem de alimento para os porcos pretos, também denominados de montanheira. É também utilizada para produzir carvão, madeira e lenha (madeira com elevado poder calorífico).



Trabalho elaborado por: Edgar Lopes, nº 12, 7º B.

domingo, 16 de janeiro de 2011

O Carvalho Negral


Nome Vulgar: Carvalho Negral

Nome científico: Quercus pyrenaica


Área de distribuição:


Em Portugal é frequente no Norte e Centro. Dominante em matas de clima mediterrânico, relativamente chuvoso mas continental


Características:

Espécie autóctone. É uma árvore de folha caduca, que pode atingir 25 metros de altura. A copa é irregular arredondada, mais ou menos alongada.

O tronco é cinzento-escuro baço e gretado em placas. Tem grande capacidade regenerativa a partir da raiz pelo que forma manchas arbustivas muito densas.


As folhas inicialmente estão cobertas de uma pubescência que lhes dá um tom acinzentado, mas posteriormente perdem a pubescência e ficam verde-acinzentadas. Durante o inverno muitas folhas secas permanecem agarradas às árvores, sobretudo nas plantas de poucos anos.

O fruto é uma bolota que se desenvolve de forma solitária ou agrupada em duas ou três.


É uma árvore usada para a produção de madeira. Pode também ser explorada em talhadia, para produzir ramos e folhagem para alimentar o gado.

Por vezes os seus frutos transformam-se em galhas, bugalhos, cecídios ou cecídias, que podem ser causadas por herbívoros como bactérias, vírus, fungos, protozoários, rematados, ácaros ou insectos (Insectos galhadores), dependendo do órgão e da planta galhada, são interpretadas na sua maior parte como uma reacção defensiva contra o galhador.

Fonte: http://www.cgd.pt/Institucional/Carvalho-Negral.aspx
Trabalho elaborado por: João Pedro Martins, nº 17, 7º B.

O Carvalho Alvarinho



Nome Vulgar: Carvalho-alvarinho

Nome Científico: Querqus robur


Área de Distribuição:
            

Comum em toda a Europa, Norte de África e Ásia Ocidental. Em Portugal é espontâneo, sobretudo no Norte litoral.

O Carvalho-roble desenvolve-se desde o nível do mar até aos 1000 m de altitude. Tem preferência por solos frescos e profundos. É uma espécie pouco tolerante aos solos calcários. Prefere climas húmidos, oceânicos, onde se sinta pouco a secura estival. Por outro lado, tem alguma resistência ao frio.


Características: 


Espécie autóctone, é uma árvore de folha caduca, com um porte majestoso e uma copa ampla, com uma altura que pode ultrapassar os 40 m.

O tronco tem um porte recto e uma casca muito espessa.


As folhas são grandes, simples e alternas, de cor verde intensa, com as nervuras bem salientes na página inferior. A sua forma é obovada e têm um pecíolo muito curto.

As flores masculinas são amentilhos verde-amarelados, com 10 estames, cada um estando envolvidos por 5 a 7 sépalas. As flores femininas são de 1 a 5 e estão cobertas por uma camada escamosa de cor pardo-avermelhada.

O fruto é uma glande ovóide, envolvida apenas na base por uma cúpula escamosa e apoiado num longo pedúnculo.


Fonte: http://www.aguaonline.net

Trabalho elaborado por: Fabiana Feliciano, nº 13, 7ºB.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

A Cerejeira Brava


Nome Vulgar: Cerejeira Brava
Nome Científico: Prunus Avium 




Área de Distribuição:

Amplamente difundido na Europa, desde o Mediterrâneo até à Escandinávia e Rússia, é autóctone nas regiões Norte, nas montanhas da Beira Interior e centro litoral de Portugal, encontrando o seu óptimo nas zonas onde a influência atlântica domina a mediterrânica.



Características:

Espécie autoctóne. É uma árvore de folha caduca, pode atingir 20-25 metros de altura  e a largura pode ir até 15 metros.  Possui um tronco direito e negro, formando gretas na base nas árvores mais idosas. É uma antiga espécie, a partir da qual foram encontradas todas as espécies frutíferas actuais.


Considerada de meia luz, tolera alguma sombra enquanto jovem e durante alguns anos. Gosta de solos  ricos, profundos e bem drenados e frescos.
As folhas são dentadas e finas. Antes do aparecimento das folhas, aparece a floração branca muito bonita, nos meses de Abril e Maio.


Os frutos, as pequenas cerejas, são vermelhas no início e depois pretas na maturidade. Apesar de serem amargas são comestíveis e utilizam-se na destilaria para a fabricação de aguardente.

Esta bela árvore pode plantar-se em isolado num parque ou jardim, para ornamentação ou em alinhamento ou misturada nas sebes campestres.
A sua madeira vermelha, é muito procurada. É bastante dura, forte, flexível e elástica, com aptidão para o uso em mobiliário, marcenaria, torneados, instrumentos musicais, folheados, etc.

Fonte: Wikipédia

Trabalho elaborado por: Jéni Oliveira, nº 16, 7º B.

O Sobreiro


Nome Vulgar: Sobreiro

Nome Cientifico: Quercus suber 


Área de Distribuição:

O sobreiro é uma árvore de clima mediterrânico e em Portugal, o sobreiro é uma das árvores mais abundantes. Pode ser também encontrado em quase todas as regiões do país, mas as maiores manchas desta espécie situam-se a sul do rio Tejo, principalmente no Alentejo. Muitas vezes aparece juntamente com azinheiras e carvalhos.

A uma mata de sobreiros chamamos um montado de sobro.

Características:
Espécie autóctone. O sobreiro, sobro, sobreira ou chaparro é uma árvore da família do carvalho, cultivada no sul da Europa e a partir da qual se extrai a cortiça.

A finalidade principal da cortiça é para o fabrico de isolantes térmicos e sonoros de aplicação variada, mas especialmente na produção de rolhas para engarrafamento de vinhos e outros líquidos. Portugal é o maior produtor mundial de cortiça.

As folhas do sobreiro medem 2,5 a 10 cm por 1,2 a 6,5 cm, são de cor verde escura e sem pêlos. O fruto do sobreiro chama-se bolota e passa por várias épocas de maturação, de Setembro a Fevereiro. A floração é de Abril e Maio e até ao fim da Primavera.
O fruto é uma glande, designada por bolota, que é aproveitada para a alimentação do gado suíno.
Fonte: Wikipédia / http://www.apena.rcts.pt/

Trabalho elaborado por: Diana Santos, nº 10, 7º B.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O Pinheiro Bravo


Nome Vulgar: Pinheiro Bravo

Nome Ciêntifico: Pinus pinaster


Características:

Espécie autóctone, o Pinheiro Bravo é uma árvore média, que pode atingir de 20 a 35 m de altura.

O tronco está coberto por uma casca espessa, rugosa, de cor castanho-avermelhada e profundamente rachada. A subespécie mediterrânica tende a possuir casca mais espessa, que pode ocupar mais de metade da secção do tronco.

É uma árvore de folhagem persistente e as folhas são em forma de agulhas agrupadas aos pares, com 10 a 25 centímetros de comprimento. Tem uma ramificação densa e os ramos quando são jovens são muito longos e amplos.


Tem floração monóica, com flores masculinas e femininas reunidas num mesmo pé. As flores masculinas estão dispostas em inflorescências douradas, com forma de espiga, agrupadas lateralmente nos ramos ao longo do terço inferior dos raminhos novos. As flores femininas estão dispostas em inflorescências terminais. Começam a ganhar flor em Fevereiro e acabam em Março.


As pinhas, entre 8 a 22 cm de comprimento por 5 a 8 cm de largura, simétricas ou quase simétricas, são castanhas claras e brilhantes quando maduras. Amadurecem no final do Verão do segundo ano e libertam numerosas sementes designadas por pinhão.


Área de Distribuição:

É uma árvore originária do Sudoeste da Europa e Norte de África. Tem uma distribuição muito espalhada pela bacia mediterrânica, mas localiza-se mais nos litorais atlânticos da Península Ibérica e de França.

Ao conjunto de vários pinheiros chama-mos pinhal.

Fonte: http://pt.wikipédia.org/wiki/Pinheiro-bravo / Google imagens

Trabalho elaborado por: Carolina Matos, nº 7, 7º B.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O Loureiro


Nome vulgar: Loureiro
Nome científico: Laurus nobilis L.

Características:

Espécie autóctone, o Loureiro varia entre 5 e 10 m de altura, mas pode atingir até 20 m.

As suas folhas são vistosas, duras e com odor muito característico, por isso são muito usadas na culinária.

O seu fruto é do tipo baga e quando maduro tem cor negra.

A madeira desta árvore é de excelente qualidade.


A medicina popular indica o chá das suas folhas em caso de problemas com a digestão.


Cultivo a pleno sol, em solos ricos em matéria orgânica, por isso é recomendado que na cova de plantio seja colocado adubo animal bem curtido, junto com composto orgânico de folhas.

Não aprecia solos encharcados e pode ser conduzido por podas.


Área de Distribuição:

É uma espécie originária do Mediterrâneo, que cresce em matas, nos lugares sombrios e nas margens de rios e ribeitos.

Perfere o cultivo a pleno sol, em solo rico em matéria orgânica, por isso é recomendado que na cova de plantio seja colocado adubo animal curtido, junto com composto orgânico de folhas. Não aprecia solos encharcados e pode ser conduzido por podas.


Fonte: http://www.plantasonya.com.br/

Trabalho elaborado por: Angela Costa, nº 5, 7º B.